A nona vida de Louis Drax, de Liz Jensen, foi adaptado para o cinema pelo diretor Alexandre Aja e publicado ano passado pela Editora Record. O romance narra os estranhos eventos envolvendo a “morte” do jovem menino Drax.Estante2

A história é narrada por duas personagens, o próprio Louis Drax, que vai nos revelando um pouco da sua vida antes de sua “morte” e o Dr. Dannachet, que passa a acompanha-lo, quando o menino volta à vida e fica em estado de coma.

Conforme vamos acompanhando o desenrolar das coisas, vamos percebendo uma certa ligação muito estranha entre Drax e sua mãe e que passarão a influenciar os eventos com o Dr. Dannachet.

Embora todo esse enredo nos pareça interessante, o lance de misturar a ideia de haver coisas sobrenaturais com aspectos da medicina neurológica, o romance não me despertou nenhuma curiosidade, ou vontade continuar lendo ininterruptamente.

O jovem Drax é um garotinho de 09 anos mimado, cheio de preconceitos e ideias estúpidas, criado por uma mãe fraca, como o pai, além de ser super-protetora e alienante. Nem mesmo o psicólogo que acompanha o menino parece ser alguém digno de alguma nota.

Assim, o desenvolvimento de algum sentimento de empatia pela história e pelo que acontece com as personagens não acontece. Uma pena, porque eu tinha mesmo ficado com vontade de ler esse livro, quando vi o lançamento ser anunciado.

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