Texto do colaborador Daniel (DJ) Garrido.*

Time goes by… SO FAST! Em novembro de 2005, Madonna – que às vezes vou chamar de M – lançava um dos seus trabalhos mais importantes e queridos pelo público, o álbum Confessions on a dance floor. Foi o início de uma nova e brilhante fase de sua carreira, a “Era Confessions”, como é conhecida. Foi quando Madonna voltou a ser Madonna na sua mais pura essência: divertida, loura, dançante, glamourosa e bff dos DJs. Ou seja, a mistura perfeita de adjetivos para fazer a alegria da comunidade LGBT, que há décadas acompanha de perto seus trabalhos e também para conquista de novos fãs.

A fase marca o momento em que o mundo voltou a olhar para Madonna com alegria, e passou a desejá-la e amá-la novamente, depois de uma fase meio em baixa para seu padrão de megastar. Nós fãs vivemos intensamente cada beat e passo de dança da diva sem sequer pensar que aquela fase, como todas as outras, um dia chegaria ao fim. Mas chegou. Assim nasceu uma legião de fãs saudosistas carinhosamente apelidados de “Viúvas da Confessions” (no feminino mesmo porque a era é bem pintosa com muito glitter e tons de fúcsia). Mas o que essa fase composta de álbum, clipes e show teve de tão especial a ponto de causar um luto ao seu fim e uma celebração mundial entre os fãs de Madonna dez anos depois?

Tal como outros grandes trabalhos da Rainha do Pop, Confessions on a dance floor é cheio de referências e inspirações interessantes. Ou seja, além de divertir e fazer todo mundo (até a Glória Maria!) dançar, ainda mostra um pouco de cultura para o povo. Ah! E também teve polêmica religiosa, porque Madonna é sempre Madonna, né? Você lembra qual foi? No time to hesitate, que comece a nossa viagem no tempo para desvendar essa época maravilhosa da carreira de Madonna, com duas rápidas escalas nos anos 80 e 90. Come with me.

Novembro de 1985 – Virgenzinha, mas ordinária…

virgin tourEm 1985, estamos no início da era da imagem, da MTV e dos videoclipes. Aos 27 anos de idade, Madonna é um fenômeno pop nos Estados Unidos. Ao lado de Michael Jackson, Prince, Tina Turner, Cyndi Lauper, Diana Ross e Grace Jones, ela já é considerada uma grande estrela da música. Mas sua imagem – aparentemente despretensiosa, demasiadamente sexy e realmente espontânea – já a destacava dos demais artistas. Apenas dois anos depois do lançamento de seu primeiro LP, Madonna já dava sinais de que entenderia e exploraria o casamento de música e imagem como ninguém.

Apesar do grande sucesso nas paradas musicais, do bom desempenho em sua estreia no cinema com o filme Procura-se Susan Desesperadamente e da crescente popularidade na mídia de massa norte americana, o futuro de sua carreira ainda era dado como incerto por grande parte da crítica. Mas não por ela. Exatamente nessa época, Madonna estava escrevendo as letras das canções de seu próximo álbum, True Blue, de 1986 – que viria a firmá-la de vez como uma artista global de primeira grandeza.

Novembro de 1995 – Oops! I dind´t know I couldn’t talk about sex

Com pouco mais de 10 anos de carreira, Madonna já tinha produzido e vivido o que 99% das estrelas pop não alcançam uma vida inteira. Casamento, divórcio, filmes, turnês, recordes mundiais, escândalos com a Igreja Católica, documentário nos cinemas, um montão de hits e o polêmico e inesquecível livro Sex de 1992, só para resumir. Três anos depois, o despudorado projeto literário de M ainda assombrava a sua carreira e sua imagem.

Numa longa e árdua luta por um afastamento da polêmica do livro, Madonna lançou, em novembro de 1995, uma (antes inimaginável) coletânea de baladas. Intitulado Something to Remember, o disco trazia 11 canções antigas e três inéditas. Dentre elas, o sucesso You´ll See, cujo clipe pegava carona na temática espanhola do belíssimo e premiado vídeo do smash hit Take a Bow, de 1994. Madonna usando uma tática batida e apelativa de repetição de fórmula para garantir mais um sucesso nas paradas? Sim. Mas muito mais que isso. M estava, na verdade, de olho no futuro e preparando o mundo para vê-la como a primeira dama argentina Eva Perón, nos cinemas – um dos maiores sonhos de sua vida. Tanto esforço valeu a pena. Sua deslumbrante atuação no filme Evita deixou os críticos de cinema babando e lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, além de reconhecimento e prestígio artístico.EVTA 1996 testino (2)

Novembro de 2005 – A Era Confessions

A essa altura de sua carreira, mudança, reconstrução e reposicionamento de imagem já haviam virado rotina para Madonna. Tanto que a sua longa trajetória (de mais de 30 anos!) é dividida por diversas fases. Antes de mergulharmos de vez no colorido mundo da era Confessions, vamos entender o contexto em que a artista se encontrava.

Em 2005, os fãs (e o público em geral) estavam cansados dos temas e elementos “barra pesada” da fase anterior da diva, American Life (2003 e 2004): Kaballah, guerra do Iraque, intolerância religiosa, George W. Bush, Saddam Hussein, censura, boicote, clipes violentos, Madonna sangrando, morena, cantando sobre capitalismo e toda coberta de roupas. A brava fase “Madonna para machinhos”, como eu costumo brincar, teve inquestionável valor artístico e papel social. Mas não agradou. M encerrou a era American Life com baixas vendas do disco, fraco desempenho nos charts (com exceção da parada Dance Club, onde continuou reinando com excelentes remixes) e um baita desgaste em sua imagem nos Estados Unidos.

Com a mídia de massa, o governo e grande parte da população republicana dos Estados Unidos contra ela, Madonna viu que não valia a pena insistir no país onde nasceu e fez sua carreira. Tampouco, continuar falando de assuntos graves e polêmicos como guerras e conspirações militares. Mais uma vez, era hora de se reinventar. Vem, então, a era do glitter e do Euro Disco!

I know a place where you can get away
It’s called dance floor…

Uma música pros gays! Pros gays!

coad84Cabelo loiro e volumoso. Franjão. Globo espelhado. Cristais Swarovski nos olhos. Referências cinematográficas. Inspirações na era disco 1970 e 1980. Letras espertas. Músicas consistentes. Sonoridade europeia. Divulgação maravilhosa. Sucesso nas rádios. Legado e influência musical, na moda e na publicidade. Clipes e performances icônicos. Turnê arrasadora. São muitas as (excelentes) lembranças da era Confessions. Definitivamente, ela nos deu tudo o que os fãs de Madonna e de música pop (e os gays!) amam.

Produzido pelo DJ inglês Stuart Price, Confessions on a dance floor é o décimo álbum da carreira de Madonna. Com mais de 13 milhões de cópias vendidas, o disco é considerado até hoje o último grande trabalho comercial da artista. Em termos de comparação, Confessions vendeu mais que o disco anterior de M, American Life e que seu sucessor Hard Candy (2008) juntos, com cerca de cinco milhões de cópias cada.

O álbum foi um grande sucesso de público e crítica, rendendo diversos prêmios. Entre eles, os mais importantes foram o Brit Awards na categoria Artista Solo Internacional, em 2006, e o Grammy, na categoria Melhor Álbum Dance/Eletrônico, em 2007.

Seu primeiro single, Hung Up, foi um hit mundial. Sem dúvidas, ele ocupa merecido lugar entre os maiores clássicos dançantes de toda a carreira de Madonna ao lado de Music (2000), Vogue (1990), Express Yourself (1989) e Into The Groove (1985). A canção chegou ao topo das paradas de nada menos do que 41 países, dando a M mais um recorde, o de canção que alcançou o primeiro lugar no maior número de países em todos os tempos. Outro fato histórico é que Hung Up foi o 36º single de Madonna a entrar no Hot 100 da Billboard, igualando-a ao Rei do Rock, Elvis Presley. O segundo single do álbum, Sorry, e diversos outros lançados depois por Madonna que entraram no chart a mantém detentora deste recorde até hoje. Rainha né, amores?

As influências da Euro Disco no álbum já começam a aparecer em Hung Up. Como amplamente comentado na época, o inconfundível “tururu tururu” da introdução do mega hit de Madonna foi tirado do sucesso Gimme! Gimme!, do grupo sueco Abba, de 1979. O mais impressionante é que os jovens adoraram. Hung Up e todo do álbum Confessions, mesmo com sonoridade retrô e visual vintage, marcaram o reencontro de Madonna, aos 47 anos de idade, com o público adolescente. Ao mesmo tempo, M atingia a memória afetiva do seu público mais maduro que vivera a era disco nos anos 70 e 80. Em 2005, o mundo inteiro via, ouvia e dançava Madonna, seja no rádio, na tv, no YouTube ou nas pistas de dança.

Madonna Mania

mhu1A imagem de Madonna de collant rosa dançando e se alongando no espelho no clipe de Hung Up foi tão icônica para a geração dos jovens nascidos nos anos 90 como a imagem de Madonna vestida de noiva no clip de Like a Virgin para os seus pais. A coreografia de Hung Up misturando referências de musicais como Grease e Saturday Night Fever mais o clima urbano de periferia, com cenas no metrô londrino e até numa dance machine, foram a receita do sucesso para fazer do clipe uma febre mundial. Lógico, sem contar a música e sua estrela, simplesmente maravilhosas. Todo mundo imitava (ou tentava imitar) os passinhos de dança quando tocava nas festas (de 15, 30 e 50 anos) e boates (gays, héteros, retrôs e da modinha).

O poder de influência de Madonna estava definitivamente recarregado ao nível máximo. Até mesmo o dificílimo e perigoso esporte francês Le Parkour ficou conhecido e ganhou novos adeptos em todo o mundo depois aparecer no clipe de Hung Up e depois novamente em Jump. O visual de franjão à la Farrah Fawcett também tomou conta dos salões e revistas de beleza. Madonna estava em todo lugar. Mesmo. A turnê de divulgação (Promo Tour) do disco foi uma das melhores e mais eficientes de toda a carreira de Madonna. Teve de pocket show com transmissão ao vivo pela Internet a quadro de culinária em um programa de TV japonês. Sem contar incontáveis capas de revista. Vamos aos melhores momentos:

Promo Tour
A divulgação do lançamento do álbum Confessions on a dance floor foi um verdadeiro tour de force. Gravadora, empresário, mídia, público, todo mundo estava apaixonado pela nova fase de Madonna. Foram muitas, incontáveis as entrevistas que Madonna concedeu a jornalistas dos quatro cantos do mundo.
A primeira grande aparição de Madonna como disco diva foi na icônica performance de abertura do Europe Music Awards, no dia 4 de novembro, em Lisboa. Foi Hung Up com tudo o que tem direito: figurino roxo, bailarinos e coreografia do clip, globo espelhado, pernas de fora, voz potente, ou seja, muita lacração. O público foi ao delírio. “The bitch is back” era uma das frases que mais apareceram nos sites estrangeiros no dia seguinte. O astro inglês Robbie Williams comentou sobre a performance: “Madonna faz todos nós parecermos uns amadores”.

No dia 15, outra grande performance. Madonna abarrotou o minúsculo Koko Palace em Londres, para um show de pouco mais de 30 minutos. No setlist, cinco músicas do novo álbum e o clássico Everybody, do primeiro CD. Mesmo para um show curto num espaço pequeno, a produção foi de primeira. Afinal, Madonna é Madonna. Telões de LED móveis, banda completa, bailarinos e iluminação maravilhosa deixaram a experiência ainda mais incrível. E não teve queda de cavalo (que rendeu até costelas quebradas três meses antes) que a fizesse deixar de dançar, descer até o chão, se jogar, bater cabelo e assim deixar a plateia enlouquecida do início ao fim. Tudo foi transmitido ao vivo pela Internet e posteriormente por alguns canais de Tv nos Estados Unidos e Japão. A pequena série de 5 promo shows foi uma amostra do que seria a fantástica Confessions Tour, de que vamos falar daqui a pouco.

Entre as tantas entrevistas concedidas na era Confessions, tem duas que considero especiais. A primeira foi o bate papo com Glória (do Pop) Maria, para o Fantástico. Madonna deu um show de fofura e simpatia digno de render um depoimento exclusivo da rodadíssima jornalista para os arquivos da Rede Globo sobre esse encontro. Confira todas as curiosidades e peculiaridades desse choque de monstros no link.

A outra entrevista inesquecível foi num especial no programa The Parkinson Show, comandado por um apresentador com idade para ser pai dela. Madonna estava num bom humor inacreditável. Simplesmente divertidíssima. Um dos auges da entrevista foi a sua resposta para pergunta “Por que os gays te amam tanto?”. Quer saber o que ela respondeu? Veja (legendado) no link abaixo a partir de 7:45.

The Confessions Tour – Rycaaaa!!!

0010323E para concluir a fase Confessions com chave de diamantes cravejados, Madonna presenteou os fãs com um espetáculo que somente ela poderia fazer. O show da turnê Confessions Tour é uma sequência ininterrupta de deslumbre, talento, energia, fechação, pinta, magia e sedução nos quatro blocos em que é dividido. A entrada de Madonna no palco surgindo de dentro de um globo espelhado (avaliado em 1 milhão de dólares) é, para muitos fãs da artista, sua melhor entrada em palco de toda carreira.

Outro grande momento do show é a canção Live to Tell, que Madonna canta lindamente crucificada numa cruz (novamente) espelhada, com direito a uma coroa de espinhos, enquanto citações da Bíblia são exibidas nos telões. A performance foi feita pra chocar e causar (sim), mas também era um pedido de ajuda aos milhões de órfãos da AIDS na África. A Igreja Católica não gostou nada e excomungou Madonna (pela segunda vez), quando o show passou por Roma.
london_030806_laura1
Já o encerramento do show é na verdade um lacre. Uma aula de como se faz um show pop pros gays. Pros gays! O esperado bloco Disco Fever tem, entre outras coisas, muitas coreografias inspiradas nos musicais dos anos 70 e 80, figurino em homenagem ao Abba, uma versão maravilhosa e surpreendentemente dançante de Erotica, o megahit Music num mash up arrasador com o clássico Disco Inferno e, para encerrar… Adivinha? Hung Up! Lógico.

A fabulosa The Confessions Tour proporcionou a experiência da era Confessions para mais de 1,2 milhões de pessoas que lotaram 59 dos seus 60 shows, em três continentes (o único show não esgotado foi na Rússia, onde a passagem da turnê gerou uma violenta onda de protestos e ameaças à artista e, por pouco, não foi cancelado). Com US$ 194.700.000 arrecadados com a bilheteria da turnê, a era Confessions deu a Madonna mais um recorde para sua coleção: o de show de uma artista feminina com a maior receita da história. O enorme sucesso da tour impulsionou Madonna e seus empresários a investirem ainda mais em seus shows a partir de então. As turnês seguintes de Madonna foram ficando cada vez mais caras, extensas e lucrativas, rendendo ainda mais dinheiro e recordesde arrecadação à Rainha.

Legado musical e visual: o efeito Madonna

A era Confessions não projetou somente sua estrela maior, Madonna, para o mundo. Dois gênios que participaram da criação dos conceitos musical e visual do álbum também tiveram reconhecimento entre o público e a mídia. Com o sucesso do disco, o DJ e produtor inglês Stuart Price e o designer gráfico brasileiro (radicado nos EUA) Giovanni Bianco, que já haviam trabalhado antes com M, tiveram seus nomes projetados como nunca antes em suas carreiras.

Depois do Confessions, Stuart, que às vezes assina como Jacques Lu Cont e The White Duck, produziu canções, discos e remixes para diversos grandes artistas. A lista vai de Kylie Minogue a The Killers, passando por Scissor Sisters, Pet Shop Boys, Coldplay, Depeche Mode, Seal, Keane e Lady Gaga, para citar alguns.

Já a identidade visual do Confessions é uma obra-prima à parte. Os tons rosa-roxo-fúcsia, a fonte em forma de letreiro neon e as aplicações de reflexo de globo de discoteca na capa e no encarte do álbum de Madonna influenciaram incontáveis projetos de design, moda e publicidade mundo afora. Foi uma verdadeira febre disco no mundo editorial.

Depois da Rainha do Pop, Giovanni, que já tinha um invejável currículo de grandes clientes antes de M, ganhou fama mundial com incontáveis aparições na mídia de massa, algo muito raro para um designer gráfico. A cada novo grande projeto de Bianco, a citação ao seu boom com Madonna é simplesmente inevitável. Seus mais recentes trabalhos a virarem notícia por aqui foram suas parcerias com Anitta, na direção de arte do álbum e do clip Bang e com Gisele Bündchen, na direção de arte do livro em comemoração aos seus 20 anos de carreira. Ele é também o responsável pela identidade visual da campanha da nova coleção da marca Miu Miu.

E como não falar de Confessions e não lembrar do bailarino Daniel Cloud Campos? Apesar de meio sumido hoje em dia, esse foi outro profissional que viu sua carreira tomar novo ritmo depois de aparecer (bastante) nos clipes, performances e na turnê mundial do Confessions. Depois de dançar com Madonna, Daniel trabalhou com bailarino e coreógrafo para diversos artistas como Shakira e Panic! at the Disco e ainda como diretor no espetáculo Michael Jackson: The Immortal World Tour, do Cique du Soleil.

Novembro de 2015 -Bitch, I´m Madonna

madonna-performs-on-rebel-heart-tour-in-montreal-09-09-2015_3Dez anos depois de Confessions on a dance floor, Madonna encontra-se com 57 anos de idade e ainda esbanja fôlego para rodar o mundo com mais uma turnê mundial: a Rebel Heart Tour. Seu mais recente álbum, Rebel Heart (2015), teve o desempenho comercial gravemente prejudicado pelo vazamento de suas músicas na internet meses antes de seu lançamento. Ainda assim, Madonna continua conquistando novos recordes para a sua carreira.

O álbum ficou no topo da lista dos mais vendidos no iTunes em 40 países, sendo o disco que alcançara a primeira posição no maior número de países na história da loja da Apple. O segundo single Ghosttown foi a 45ª canção de Madonna a alcançar o topo da parada Dance Club da Billboard. Assim, Madonna passou a ser a artista com maior número de hits em primeiro lugar num chart em toda a história da publicação.

E com mais de 100 milhões de views no YouTube , o clip do terceiro single, Bitch I´m Madonna, conquistou o posto de vídeo mais assistido de Madonna na internet. O campeão até então era o nosso celebrado Hung Up, com 70 milhões. É uma grande conquista para Madonna que vem se esforçando para reafirmar sua (inquestionável) relevância na cultura pop.

E para não deixar nenhuma dúvida de que seu reinado continua firme e forme, a revista Billboard atualizou recentemente a lista dos 100 maiores artistas de todos os tempos. E para tristeza dos haters de plantão, Madonna continua como a rainha do Hot 100, a mais importante parada de singles dos Estados Unidos. Para eleger o Top100, são considerados os artistas que tiveram o maior número de canções entre as 10 mais. Os ingleses dos Beatles ocupam o primeiro lugar do chart e Madonna vem logo depois, sendo a artista solo mais bem sucedida da História. Bitch, she´s Madonna.
europe music awards
* Daniel “DJ” Garrido é jornalista. publicitário DJ, produtor da festa Pop B!tches e fã da Madonna desde criancinha.

** Quer publicar um texto em nosso site? Você pode enviar sua proposta para [email protected] ou escrever para nossa página no Facebook.

Comentários

Comentários